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Quando uma idéia dá certo… Ou não!

21.03.2012

Ah, o cinema! Essa invenção maravilhosa que mudou a nossa forma de enxergar o mundo, acelerou o tempo e criou os mais variados estereótipos!

O cinema americano, neste caso, é rei. Nenhum outro sistema artístico foi tão amplamente exportado quanto ele. E junto com as películas vieram os mocinhos, os bandidos, as musas (geralmente loiras) e, ultimamente, os nerds.
Mas isso não é culpa da indústria do cinema. Os avisos estão bem evidentes, aliás. Foi isso que o distribuidor de filmes Christophe Courtois percebeu. Em seu blog, ele fez algumas montagens com as maiores “coincidências” nos pôsteres de filmes. Eu selecionei quinze delas.

1.Silhuetas em frente ao oceano, muita bruma e cores em tons pastel:
Estes são aqueles filmes para chorar. Amores distantes, escolhas difíceis, laços de família desfeitos e muitas, muitas lágrimas.

2.Casais de costas um para o outro:
Sim, nós vamos começar o filme bem, brigaremos por algum motivo sem sentido, mas no final o amor vencerá. E sim, podem ocorrer piadas pelo meio do caminho.

3. Reflexos nos olhos:
Óculos com lentes espelhadas nunca estiveram tão na moda! Aqui não são mais os olhos a janela da alma, mas os óculos: eles refletem o que o (a) mocinho (a) de óculos irá procurar durante todo o filme.

4. Falando em olhos:
A menos que você goste de filmes de terror, fique longe destes. Olhos em sua maioria mostram o mais profundo de cada um, o que neste caso pode ser algum tipo de mostro ou demônio.

5. As coisas simples da vida, por exemplo, um banco de praça:
Existe coisa mais singela do que se sentar em um banco de praça e observar a vida ao seu redor? Não, não existe e no cinema isso quer dizer filmes com alto teor de lições de vida.

6. Simplesmente amarelo:
Como chamar atenção para um filme que não se encaixa no padrão hollywoodiano? Como dizer que ele é independente, mas é legal? Fundo amarelo saturado, é claro.

7. Os vestidos são vermelhos, violetas são azuis:
Que me desculpe Audrey Hepburn, mas o pretinho básico já era. Uma mocinha que se preza tem que vestir vermelho!

8. Mas se a mocinha não é assim tão mocinha?
Esse é um clássico dos anos 80\90. Homens, piadas sobre sexo, sexo, situações ridículas por causa de sexo e a mocinha não tão mocinha no pôster, de costas e com as pernas afastadas.

9. As costas:
Em cartazes como estes, normalmente estão personagens já conhecidos que por algum motivo voltaram querendo vingança. Eles carregam suas armas, algumas vezes seus chapéus e um olhar de viés muito amedrontador.

10. O azul e a cidade:
Agora, se o cartaz for azul com a cidade inclinada e uma silhueta correndo, prepare-se para um mocinho em fuga e com mania de perseguição.

11 e 12. O azul e a natureza:
Em filmes sobre bichinhos há duas correntes:
O de bichinhos humanizados, que têm sentimentos e emoções. Nestes, o cartaz apresenta o céu azul e os bichos, com as suas melhores caras de domesticáveis, podem ser orcas, onças, pinguins – qualquer um serve, desde que sejam fofos!
A outra corrente é mais de culto: são os documentários, o céu é igualmente azul, mas os animais estão de costas ou afastados – por que sim, eles são selvagens.

13. Selvageria e muito fogo:
Um bom filme de ação tem que ter explosões desde o seu pôster; o resto não importa, pode estar em preto e branco mesmo.

14. Spoilers:
O personagem mais interessante do filme é o fundo do pôster e o que interessa saber do filme vem logo encima do seu rosto.

15. Tom Cruise:
Para terminar, o mocinho-mór do cinema americano, Tom Cruise e o seu maravilhoso perfil.

Fonte: obviousmag.org
 
 

Então, o que podemos tirar como conclusão?

Sempre antes de produzir um layout faça uma vasta pesquisa de referências para ter certeza se aquilo que você está fazendo já não foi feito antes. Não que isso seja um problema, mas tenha certeza que a fórmula que você utilizou seja uma de sucesso e não de fracasso!

 

 

Artista da semana – Michael Johnson

16.03.2012

O designer já possui 8 lápis do D&AD e administra o estúdio johnson banks (assim mesmo, em letra minúscula). Visite o site do estúdio.

Conheça algumas logos de Johnson abaixo.

Anúncios para inspiração de sexta-feira

09.03.2012

Fonte: The Ad Mad

 

Oportunidades de trabalho

08.03.2012

Na nossa rotina da Studio Online, é muito comum recebermos pedidos de empresas para indicação de alunos, e hoje não foi diferente. Duas empresas nos procuraram para que divulgássemos as vagas abaixo, então, você que está lendo este post, neste momento, está em vantagem! Veja abaixo as vagas.

Web Designer

O Institut de Recherche pour le Développement procura um Web Designer para trabalhar em um projeto com o Instituto de Geociências da UnB. Acha que dá conta do recado? Então envie o seu currículo para pauline.cazaubon@ird.fr.

Agora, se você não fez o nosso curso de Web Design, não perca mais essas oportunidades! Clique aqui e conheça melhor o nosso curso.

Estagiário em publicidade

A Voetur está à procura de dois estagiários para fazerem parte da equipe. Os conhecimentos necessários são do Pacote Adobe (Photoshop, Illustrator e Flash) e Corel Draw. Se você acha que encaixa no perfil, entre em contato com o Daniel no e-mail daniel.rebelo@voeturoperadora.com.br para mais informações.

Não esqueça de conferir o nosso curso de Criação Publicitária, que ensina Photoshop, Illustrator, InDesign e Corel Draw. Com ele, dificilmente você vai perder oportunidades como essa!

Fique atento para mais vagas.

 

 

4 Coisas que todo designer deveria saber sobre pessoas

07.03.2012

O conteúdo deste post foi baseado no livro 100 Things every designer needs to know about people, de Susan M. Weinschenk. Você pode comprar o livro clicando aqui, pela amazon.

1- Existe uma parte especial no cérebro humano somente para reconhecer faces.

O cientista Nancy Kanwisher descobriu que há uma área do cérebro justamente para nos ajudar naquele momento em que encontramos alguém nas ruas. É graças a ele que lembramos quem é (ou culpa dele quando não conseguimos lembrar), e há uma boa oportunidade de trabalhar com esta área do cérebro em peças publicitárias, pois desta maneira haverá uma parte do cérebro mais ligada ainda no seu trabalho.

2- As pessoas acreditam que coisas que estão próximas, estão desta maneira por um bom motivo.

A princípio pode parecer lógico, mas há uma informação muito importante nesta afirmação: esta conexão é mais forte quando os elementos estão ao lado do que quando estão acima do outro. Isto porque o nosso cérebro se acostumou a ler da esquerda para direita, cima para baixo.

3- 9% dos homens e 1,5% das mulheres não conseguem perceber a diferença entre algumas cores.

Apesar de 1,5% não parecer grandes coisas, a porcentagem de daltonismo em homens é gritante. Geneticamente, o homem é de fato mais propenso a ter esta deficiência. A maioria dos casos se limita às cores verde e vermelhas, quando a pessoa não enxerga nenhuma das duas cores, mas sim um tom bem amarelado. Portanto, muito cuidado com as seleções de cores.

4- Ler na tela de um computador é mais difícil que ler em papel.

Quando se lê a imagem em uma tela, a imagem não é estável. Na realidade, a imagem é constantemente atualizada na tela. Isso, somado ao fato de que há emissão de luz, torna a leitura mais cansativa. Para fazer com que os textos estejam mais “fáceis” de serem lidos, use uma fonte com tamanho apropriado, sem que prejudique a legibilidade, e que crie um contraste com o plano de fundo.

 

Conheça o trabalho de Justin Thomas Kay

02.03.2012

Justin é um diretor de arte e designer gráfico com um enfoque forte em estudos de cores, formas e tipografia.

Sua lista de clientes incluem New York Times, Computer Arts, MTV e até mesmo o Zoológico de Nova Iorque.




Gostou? Confira então o portfolio do artista clicando aqui.

5 excelentes trabalhos de branding para se inspirar

29.02.2012

Chempaq

Iti

Creavisa

Vivia

Bella Sicillia

Tutorial para uma montagem cósmica

28.02.2012

A galera do Tutoriais Photoshop possui uma boa diversidade de tutoriais para efeitos variados. Resolvemos dar uma conferida no material para indicar os mais interessantes e não deu outra: encontramos um tutorial de montagem cósmica excelente.

Dá uma olhada no resultado final da nossa montagem:

Legal, não é? Então corra para a matéria clicando aqui e faça a sua montagem.

Conheça o trabalho da Deanne Cheuk

24.02.2012

A designer australiana Deanne Cheuk produz trabalhos de impressionar. Hoje trabalha como diretora de arte em Nova York e já tem em seu portfolio clientes como American Express, Nike, MTV e a Nickelodeon.

Dê uma conferida rápida nos trabalhos da artista.





Gostou? Então visite o site de Deanne clicando aqui.

5 conceitos básicos de Branding que todo designer deveria conhecer

23.02.2012

Antes de começarmos o nosso assunto, é necessário definir a diferença entre logo e branding. Há muita confusão no conceito de cada um, então aqui vai uma definição de cada:

Logo é a identidade gráfica da empresa, é de fundamental importância para que o público reconheça a marca como diferente das outras.

Já o conceito de Branding é mais amplo, lembrando que toda logo faz parte de uma estratégia de branding. Em alguns sites, chegam a traduzir Branding pelo termo ‘Gestão de Marcas’, pois seu objetivo é trabalhar a fixação da imagem da marca. O branding abrange outros materiais gráficos, como cartões, folders, material editorial e o restante da identidade visual da empresa.

Há diversas empresas cujo branding é tão forte que basta mostrar um pedaço da logo que já dá para reconhecer a marca, mas para se atingir este patamar, não basta trabalhar somente uma logo bem feita, mas sim uma boa estratégia de branding.

Agora que a diferença já está bem definida, vamos aos 5 conceitos básicos de Branding que todo designer deveria conhecer.

1. Pesquise, pesquise, pesquise…

A etapa de pesquisa é a parte mais importante para a criação de logos e todo o restante do branding. É atrás da pesquisa que se encontra os melhores caminhos para a definição do que deve e não deve ser feito. A busca por referências é imprescindível. Quando digo referências pode ter certeza que incluo as más e as boas, pois é tão importante saber o que não deve ser feito, quanto saber o que deve ser.

2. Um bom nome ajuda no processo de reconhecimento

Não é sempre que existe a possibilidade de dar nome à empresa contratando seus serviços, mas é sempre bom levar em consideração a importância do nome.

Seus principais objetivos de branding são dar um nome à identidade do seu cliente e dar um rosto a esse nome. Depois disto, tudo se resume a fixar o nome e o rosto na cabeça do cliente.

A criação de um bom nome pode ser desafiadora ou divertida. Há empresas que inventaram palavras (Skype), outras que simplesmente retiraram palavras do dicionário (Apple, Windows) e até mesmo as que mudam a grafia de uma palavra existente (Google).

3. Uma boa logo constrói confiança

Como todo mundo na vida, você já deve ter ouvido falar “A primeira impressão é a que conta”. Bom, basta então falar que a logo é a sua primeira impressão, então ela deve passar o quão confiável a sua empresa é. O resultado disso aumenta a confiança que o público terá na sua marca.

Digamos que você entre no site go.com

É bem provável que pelo menos um dos dois três pensamentos abaixo passaram pela sua cabeça.

  • Essa empresa é da Disney?
  • Essa empresa quer copiar a Disney…

Se lembra do segundo item, sobre criar um rosto para a marca? Pois então, a caligrafia usada na logo da Disney já foi tão absorvida pela sua mente que toda vez que você olhar para a fonte, você lembrará da empresa.
Esta é a diferença entre “este site é da Disney, então é seguro” e “esse site é de spam, não conseguiram nem fazer uma logo decente, tô fora”.

4. Uma boa logo é única e distinta

Uma logo forte deve ser capaz de criar impacto e unicidade para a marca.

Veja abaixo um ótimo exemplo:

  • Você provavelmente não leu a palavra “Coffee Cup” na segunda logo, provavelmente parou na “Coffee”.
  • As primeiras três marcas são parecidas, especialmente se forem vistas somente em tons cinzas (grayscale), já a última chama a atenção pela cor.
  • Você estranhou a terceira logo, pois achava que seria da Starbucks, mas na realidade não é. Olha o tal do rosto da logo aí.

A criatividade no design de uma logo deve focar em fazer um impacto, já as dicas devem ser mais sutis, como a seta no meio da logo da Fedex.

5. Detalhes fazem a diferença

Antes de começar, é bom deixar claro que em branding, simplicidade é sempre uma ótima característica.

Tipografia

Há incontáveis fontes livres para escolha, e as diferenças entre várias delas podem ser bem sutis. É muito comum utilizar um pouco de personalização na letra, seja alterando levemente alguma curva ou mexendo nos espaçamentos entre letras. Um pacote de branding completo deve incluir a família da fonte utilizada e medidas recomendadas para utilização da logo em diferentes materiais e tamanhos.

Cor

A escolha deve ser feita pelo efeito psicológico que ela possui, e não somente pela escolha óbvia do produto (café marrom). Para encontrar a cor perfeita, volte ao primeiro item: pesquisa, pesquisa, pesquisa.

Voltando ao efeito psicológico das cores, repare que azul é muito utilizado nas empresas corporativas, principalmente pelo fato de trazer um efeito mais calmo e seguro.

Forma

Assim como o azul, caixas e círculos são muito comuns, e apesar de isso não ser necessariamente ruim, pode ser um pouco perigoso. Há diversas combinações já produzidas nas mentes das pessoas que podem se enganar ao ver a sua marca. Digamos que você decida criar uma logo que é um círculo azul com um M branco no meio. Grande parte das pessoas vão assimilar a sua logo ao serviço de metrô. Veja aqui a quantidade de logos de metrô e suas semelhanças.

Escala

É fundamental que a sua logo funcione bem se aplicada em um banner de 20 metros ou em um cartão de 5 centímetros de altura. Para conseguir isso, é imprescindível a criação da logo em vetores e tome cuidado com o excesso de informação da arte, pois quando a arte é reduzida, a legibilidade de tudo começa a se misturar.

Fonte: Este tópico foi retirado do site Six Revisions e adaptado.